Em novembro de 2025 eu subi para receber uma placa de meio milhão. Em dezembro eu não tinha dinheiro para pagar o décimo terceiro da minha equipe. Em agosto de 2026 a minha equipe fechou vinte e cinco contratos — dezoito deles sem mim.
Este material é o que aconteceu entre uma coisa e outra — com os documentos que eu usei, do jeito exato que eu usei.
Eu não escrevi isto depois de dar certo. Escrevi enquanto ainda doía.
Para advogados, líderes de equipe e quem está colocando inteligência artificial dentro da operação.
E o lugar muda o que você precisa ler primeiro. Escolha o seu — os três terminam no mesmo ponto.
Numa palestra eu tenho quarenta minutos. Dá para contar o que aconteceu. Não dá para mostrar como se faz.
O que ficou de fora está aqui: os documentos que eu escrevi, as perguntas que eu me fiz, e a parte que não cabe no tempo de palco — nem sempre cabe na voz.
Comece pelos documentos ↓Então você viu os posts, as lives, os números. Viu o resultado.
Aqui está o que vem antes do resultado: o mês em que eu pedi dinheiro emprestado para pagar a minha equipe, as três pessoas que eu desliguei, e a pergunta que eu fiz numa sala em que eu estava devendo a todo mundo.
Comece pela linha do tempo ↓Eu sou advogada. Tenho um escritório em Campo Grande, no Rio de Janeiro, e presido a Comissão de Direito Administrativo da 29ª Subseção da OAB.
Em nove meses eu quase perdi a minha empresa e a reconstruí. Isto aqui não é um método à venda: é o relatório honesto do que eu fiz, com os números apurados contrato a contrato.
Comece pelas três perguntas ↓Nenhuma dessas datas foi arredondada. Elas estão aqui porque a ordem em que as coisas aconteceram é a lição inteira.
Subi num palco para receber uma premiação de meio milhão por um resultado que era meu sozinha. Era verdade. E era exatamente esse o problema.
O dinheiro acabou. No dia vinte, a minha equipe recebeu porque o irmão de uma pessoa que trabalha comigo pegou empréstimo no banco e me emprestou. Eu não teria coragem de pedir aquilo a ninguém.
O prejuízo do ano anterior chegou à minha mesa. Eu olhei para o meu escritório e vi uma operação girando redondo — com a dona desaparecida de dentro dela.
Entrei num jejum de quarenta dias e, num sábado, terminei de redesenhar o escritório inteiro. Foi o maior mês de vendas da história da empresa — e o mês em que eu achei que ia quebrar.
Os desligamentos foram na primeira semana. No fim do mês eu abri a tela do financeiro para a equipe e disse: estou devendo a vocês, estou devendo ao banco, mas estou no caminho certo — quem quer ir comigo? Todos ficaram. Cinco meses depois, ninguém saiu.
No primeiro dia útil o dinheiro entrou e eu me paguei. Naquele mês eu paguei todo o resto antes do vencimento.
É a mesma empresa de novembro. A diferença é que o resultado deixou de ser meu sozinha. Eu posso sair, e ela continua.
Leia devagar. Se alguma delas incomodar, é porque este material é para você.
Se você sumisse por trinta dias, a sua empresa continuaria faturando?
Você sabe dizer, sem pensar, o que cada pessoa da sua equipe quer da própria vida?
Você já cobrou de alguém uma coisa que você nunca ensinou?
As minhas respostas foram não, não e sim. Nessa ordem. Tudo o que está neste material começou no dia em que eu parei de fugir dessas três.
Não fala de captação nem de tráfego. Fala do que vem antes — e do que quase ninguém discute em evento de gestão.
Você fecha os contratos, escreve as teses, sustenta no tribunal e ainda gerencia. Quando você para, tudo para. Os documentos daqui foram escritos exatamente para esse escritório — porque era o meu.
A estrutura está montada, o método foi executado, e ainda assim não anda. Aqui está o diagnóstico que eu levei quatro anos para fazer: eu cobrava de pessoas que eu nunca tinha ensinado — e exigia de quem precisava de acolhimento.
A minha equipe não sabotou a IA quando ela entrou, e ninguém foi substituído. Tem um checklist aqui dentro do que vira máquina e do que nunca pode virar — e a conta de quanto vale a hora que ela devolve.
Tudo o que eu mostro em palco está documentado aqui, em primeira pessoa e com os arquivos anexos. Leve o material, use nos seus, e me conte depois o que funcionou — eu respondo pessoalmente.
Escrito em primeira pessoa, na ordem em que aconteceu. Cada capítulo termina com um bloco prático do que fazer com aquilo.
Os sete documentos que vêm junto
Foram apurados nos contratos assinados, um por um. E medem a única coisa que interessa aqui: o quanto esta empresa deixou de depender de mim.
Antes de qualquer número, uma coisa que importa se você também é da advocacia.
Eu não sou consultora que fala de escritório por fora. Eu advogo. Atuo em Direito Administrativo — concurso público e servidor público — e em Previdenciário. Crio as teses da casa, e as sustentações orais no tribunal sou eu quem faz, pessoalmente, até hoje.
É exatamente daí que nasce este material. A pessoa que escreve a tese e a pessoa que paga a folha são a mesma — e durante quatro anos eu tratei as duas como se fossem separadas. Foi esse erro que quase fechou o meu escritório, e é dele que trata tudo o que você vai ler aqui.
Sou advogada, sócia-fundadora da LN Sociedade Individual de Advocacia, com sede no Rio de Janeiro e atuação em todo o país. Atuo em Direito Administrativo, com foco em concurso público e servidor público, e em Direito Previdenciário.
Crio as teses do escritório e faço pessoalmente as sustentações orais. Sou cristã, casada e mãe de dois filhos.
Hoje eu também falo em eventos sobre advocacia, liderança e inteligência artificial. E escrevi este material por um motivo simples: em todos os eventos que eu frequentei se falou de estratégia, funil e time — e eu nunca ouvi ninguém contar o que acontece quando a estrutura está pronta e a empresa quebra assim mesmo.
Nenhuma dessas pessoas foi contratada por currículo. Todas foram contratadas — ou formadas — por valor.
Uma delas entrou como estagiária e assumiu o lugar de uma advogada sênior formada em universidade federal. Outro veio do interior de Pernambuco, quase tinha desistido do Direito, e criou um método para o escritório sem pedir nada em troca. Eu posso ensinar técnica. Eu não posso ensinar princípio.
Eu comprei um livro de vendas e dois de liderança cristã no mesmo dia. Li o de vendas primeiro e ele não funcionou. Só engatou quando eu li os outros dois — porque técnica de venda em cima de nada não para em pé. Ela precisa de um chão de liderança embaixo.
Eu sou cristã, e eu não conseguiria escrever este material escondendo isso, porque não foi um detalhe do processo. Foi o processo. Mas você pode discordar do fundamento e usar tudo o que está aqui — os três princípios funcionam igual na mão de qualquer pessoa.
Porque eu não tenho nada para te vender. Não existe curso, mentoria, consultoria ou grupo fechado no fim deste material.
O que eu aprendi de gestão e de vendas, eu paguei caro para aprender — e valeu cada centavo. Mas o que está escrito aqui não é o método de ninguém. É o que eu descobri sobre mim quando quase perdi tudo. E isso eu não comprei: eu recebi.
"De graça recebestes, de graça dai."Mateus 10, 8
O que eu peço em troca é o seu contato — para te mandar o material e, quando o livro sair, te avisar primeiro. Só isso.
O capítulo nove não cabia num material de vinte páginas. Ele virou um livro sobre identidade, autoconhecimento e fé na construção de uma empresa.
Não é um livro sobre advocacia, nem sobre gestão de escritório. É sobre a pessoa que assina embaixo.
O nome vem de Provérbios 4, 7 — adquire a sabedoria, e sobre tudo o que possuis adquire o entendimento. Foi literalmente o que eu fiz.
Quem recebe o material entra na lista de espera, recebe o livro primeiro e acompanha a escrita comigo.
Entrar na lista de esperaIdentidade, autoconhecimento e fé na construção de uma empresa
Luanda Naiara
Prefácio de Katherine Desidério
Nove capítulos e sete documentos prontos para usar. Preencha e o arquivo começa a baixar na mesma tela — você não espera e-mail nenhum.
Se o arquivo não aparecer, toque de novo no botão abaixo. Em alguns celulares ele cai direto na pasta de downloads, sem avisar.
Uma última coisa.
O capítulo nove virou um livro: Com Tudo o Que Possuis. Você já está na lista de espera — e se quiser falar comigo agora, é só chamar.
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